segunda-feira, 23 de maio de 2011

O efeito borboleta

Efeito Borboleta
Algumas pessoas dizem “Quem vive de passado é museu”. Outras preferem acreditar que “Recordar é viver”. Não importa qual seja sua visão sobre o passado, sempre existe uma hora em que pensamos para refletir sobre ele, seja revirando o baú de memórias guardado no cérebro ou mexendo nas gavetas cheias de álbuns de fotos antigos.
É natural a vontade de querer voltar um dia, um mês ou um ano atrás e reviver todos os momentos que consideramos “recordáveis” em nossa vida. Em contrapartida, é muito ruim recordar de algum momento “museu”. É complicado porque, sempre que utilizamos essas frases, estamos falando de sentimentos relacionados ao passado de formas muito opostas. Pois recordar te faz suspirar, viver de passado te faz engasgar.
É importante frisar que, independente da frase que você utiliza para descrever uma lembrança, o maior envolvido, e menor dos culpados, é o passado. O que passou é objeto inanimado, inquebrável e irrevogável. O advogado da sua vida não pode recorrer: o passado é sentença já dada, irrecorrível. Não se pode voltar à página inicial da mente, editar, atualizar e postar uma nova vida: todo mundo já viu a vida que você viveu primeiro. O passado sempre estará lá porque fez parte da sua vida. E o que faz parte da sua vida antes de chegar o amanhã é o responsável por construir o que você é hoje. Sua tentativa de mudá-lo não muda nada, só te deixa mais triste pelo fato de você não compreender o tamanho da importância do que passou dentro de nós e por nós durante nossos caminhos, tortos ou retos.
Não há nenhum mal em lembrar o que passou. Acredito que essa seja a melhor forma de autocrítica. O que não pode acontecer é lembrar-se de um tempo remoto, estagnar numa lembrança e lá morar até o último dia de sua vida. Viver o passado é muito diferente de viver de passado. Quem vive o passado trás a tona memórias de pessoas e momentos que significaram algo em suas vidas, que te engrandeceram de alguma forma, mesmo que tenham feito você chorar. Quem vive de passado faz a mesma coisa, com a diferença de que a pessoa não compreende o quanto cresceu, e só lembra-se da dor que sentiu, fazendo de tudo pra continuar sentindo. Esse tipo de comportamento já envolve o psicológico da pessoa como, por exemplo, problemas de autoestima.
Tudo que passa, muda. Tudo pelo que você passou, te mudou. O presente que você vive hoje só é do jeito que você conhece pelas atitudes certas e erradas que você tomou no passado. Até o mais simples gesto pode significar a mais grandiosa das mudanças. Não recrimine o passado. Não ache que recordar é sofrer nem que viver de passado é viver. Tudo passa. Tudo está passando bem diante dos nossos olhos. Apenas viva. 

A roteirista


Outro dia achei um caderno da minha época de patinho feio. Sim, quando eu ainda não sorria nas fotos e passava lápis de olho pra tentar parecer misteriosa. Eu tinha uns doze anos quando escrevi tudo aquilo, sei lá o que na cabeça e um garoto chamado Gustavo no coração. Ele era da minha sala, sentava bem atrás de mim. Nós conversávamos durante toda aula. Ele fazia piada dos meus óculos, e eu achava a maior graça.  Na frente dos colegas, no intervalo, ele não me enxergava. Mas nunca liguei pra isso. Afinal, eu também não enxergava muitas coisas.
Um dia eu resolvi escrever uma carta de amor. Daquelas cheias de corações, borrifadas de perfume e envelope roubado do cartão da árvore de natal. Escrevi sobre o amor – o que eu sabia sobre o amor? – da maneira mais ingênua do mundo: "Do fundo do meu coração". Derrubei umas dez árvores pra conseguir finalmente, sem erros, escrever algo. Por falta de coragem, não assinei meu nome. Supus que ele adivinharia. Ingenuidade, não?!
Cheguei mais cedo só pra deixar a carta embaixo da mesa. Pra disfarçar, sai de sala e só voltei depois que a aula tinha começado. Ele me cutucou, e disse que tinha algo pra contar. Naquele instante meu coração disparou – pela primeira vez, por justa causa – e eu senti como se o chão não existisse. Flutuei durante toda a aula de matemática (nós nunca conversamos durante essa aula, o professor nervoso e sempre gritava).
No intervalo, pela primeira vez, nós conversamos. Eu estava na fila do lanche, quando ele me puxou e me levou para um lugar onde poucos alunos ficavam. Com um olhar de quem revelaria um segredo, ele me fez prometer que jamais contaria pra ninguém. Eu prometi.
Falou sobre a carta, e também sobre a possível autora dela: Uma garota chamada Verônica. Não Bruna, nem Bru, Verônica. Uma das únicas garotas da sala que eu conversava, e considerava, amiga. Uma menina linda, querida por todos e o pior – ou melhor – ingênua. Nunca percebia os olhares dos meninos.
Não tive coragem de desmentir, apenas concordei com tudo que ele disse. Deixei minhas palavras falarem por alguém além de mim. E funcionou, dois ou três anos depois eles começaram a namorar.  Eu já não gostava dele, nem conversava tanto com ela. Mas quando encontrava os dois, meu coração ficava apertado. Aquela história era pra ser minha.
Aquela foi primeira vez. Mas depois sugiram outros Gustavos e outras Verônicas. Tenho quase trinta, e ainda sinto como se tudo que eu escrevo funcione como uma espécie ponte entre alguém. Onde pessoas percebem pessoas. Mas nessa história, eu não existo. Ninguém me enxerga. Todos sabem dos meus sentimentos, mas ninguém sabe que são meus e pra quem eles realmente são.
Cansei de ser a roteirista.
Quero um papel principal, alguém se habilita a escrever minha história? 

Adivinha?


Ei você que está lendo esse texto apenas pra saber sobre o que eu ando pensando. Por que você não cria coragem e vem logo me ver? Chega de tentar adivinhar o que eu sinto. Meus textos ficam mais bonitos quando você está por perto.
Estou cansada de revirar nossa história em busca de momentos felizes. Olhar no espelho e me sentir a pessoa mais idiota do mundo não é algo que eu goste de fazer. Mas eu tenho feito tantas vezes. Me explica,  como é que uma escritora vai se sustentar com um coração vazio? Meus textos estão ficando monotonos, assim como os dias sem você.
Acordei assustada noite passada. Tive aquele mesmo pesadelo de sempre. Você me conhece, não tive coragem de sair da cama, muito menos de ir acender a luz. Fiquei ali, de olhos fechados sentindo o tempo passar. Esperando o sono voltar. Você chegar. Pra dizer que nada daquilo era verdade e deitar ao meu lado, de conchinha, sussurando coisas engraçadas no meu ouvido.
Quando a gente se fala pelo telefone você leva tudo na brincadeira. Ei, eu to falando sério. Você é o único que me conhece tanto, e sabe dos meus maiores medos. Aqueles mais secretos e obscuros. Que é dono dos meus pensamentos e lembranças, do cheiro da pelúcia que eu abraço todos os dias antes de dormir. É você.
Implique comigo. Diga que eu to errada só pra me contrariar. Ligue quando eu to no banho. Diga que me prefere sem maquiagem. Ocupe minhas noites vazias no computador. Reclame das minhas notas baixas. Dê flores de presente.
Faça tudo que eu nunca deixei você fazer. Volta logo, mas volta pra mim.
Adivinha? Eu ainda sou sua.

domingo, 22 de maio de 2011

Sobre perdas e fins!

Cada dia nessa vida, a gente aprende a lidar com situações novas. E como lei natural das coisas, onde o pra sempre (quase) nunca existe, somos surpreendidas pelo fim. Surpreendidas por esse fim de etapas, relacionamentos e milhares de outras coisas mais. Por fins e perdas.
Esses, no geral, são um tanto dolorosos e carregam consigo uma dose enorme de aprendizado. É como se precisássemos deles para nos tornar quem somos. Afinal, se não houvesse o fim, nós não saberíamos como inícios e coisas novas são boas e nos enchem de felicidade. Mesmo que não pareça agora e nem amanhã, mas um dia você vai entender o quanto encerrar aquela etapa, mesmo contra sua vontade, foi tão importante. E se não houvesse perdas, nós não saberíamos o quanto tudo aquilo foi ou ainda é importante. Destas perdas, algumas deixaram feridas que, naturalmente, iram doer por um tempo. Feridas que vão cicatrizar e deixar uma mera lembrança como prova daquele momento. Outras passaram diretamente como lembranças boas ou ruins que terão um espaço reservado em você, mesmo que raramente lembrado.
Assim como acredito que o amor deveria mover as pessoas, eu acredito que aprender a lidar com perdas (sejam elas superficiais ou profundas) é mais do que necessário para se viver bem. Não é fácil. Fins não são fáceis e perdas sempre deixam marcas, mas aprender a conviver e aceitar tal condição é crucial para nosso amadurecimento pessoal e este, por sua vez, sempre vale a pena ser acrescentado de ensinamentos e coisas boas. Quase nunca é fácil, mas passamos pela vida a mercê dos momentos e sujeitos a términos e ruínas de fatos que nos decorrem todo o tempo. E aprender lidar com isso é uma questão de tempo, de calma e de coração. É quase uma questão de condição.
E quanto ao fim? Bom, esses eu sei que são mais que necessários e mesmo que sejam dolorosos sempre servem para nos ensinar algo. E a gente vai continuando nossa vida. A gente sempre continua. Superando. Aprendendo. Vivendo.

O talento de Martha medeiros!


Zapiando pela internet, encontrei sem querer, estilista alagoana – Martha Medeiros. Tenho que confessar que fiquei totalmente encantada com o glamour das suas criações. Os modelitos são exclusivos, confeccionados com rendas artesanais, tudo feito com muito carinho e bom gosto. É impressionante a riqueza dos detalhes, vejam só:

Martha está a mais de 25 anos no mercado da moda,  é proprietária da boutique multimarca Maison M em Maceió. O nascimento de sua marca própria seguiu um percurso natural, pois a pedido de suas clientes começou a criar algumas peças para ocasiões especiais. Em 2004, a marca Martha Medeiros ganhou um corner em sua loja e com a crescente demanda de clientes de todo o Brasil, no início de 2008, começou a atender com hora marcada em São Paulo. No final do mesmo ano, inaugurou sua primeira boutique na capital paulista, no bairro dos Jardins.
Curtiu o trabalho da moça? Então corre no site pra babar um pouco mais nos outros modelos.

O som de Jayme Dee!


É tão legal quando você encontra  na internet, por acaso, alguma cantora legal né? Minutos atrás eu estava vagando no youtube e dei play em um cover e fiquei simplesmente apaixonada.
A causadora de tudo isso foi a canadense Jayme Dee, uma jovem estudante como eu e você, que mostra através da música tudo o que sente. Como ela mesma diz "Break my heart. i'll write a song about it em português Quebre meu coração. Escreverei uma música sobre isso" Além de ter uma voz linda, bastante ritmo e um ótimo gosto musical, ela escreve suas próprias músicas.

Não encontrei muita coisa sobre ela na internet, pelo número de visualizações no youtube acredito que ainda não seja tão conhecida (pelo menos não aqui no Brasil). Por isso achei interessante trazer o seu som aqui para o blog, para vocês também se encantarem.

sábado, 21 de maio de 2011

O guia básico para sua festa de quinze anos!


Completar quinze anos e comemorar com uma super festa é uma oportunidade única e inesquecível. A tradicional festa de debutante, atravessou o século e se adaptou ao nosso novo estilo de vida, transformando-se em um dos momentos mais divertidos e esperados da vida de uma jovem adolescente.
Com tantas opções, acaba ficando super difícil escolher os detalhes da festa. Por isso, montei especialmente para você um guia básico para que nada dê errado no seu grande dia!
O MAKE
Se tem um dia da sua vida que você não pode ter medo de caprichar no make, esse é o dia da sua festa de quinze anos. Esqueça o combo Lápis de olho+Rímel e aposte em um look mais glam, colorido ou sexy.
Trouxe seis makes super lindos de famosas que amamos para que vocês se inspirem:
Festa de Quinze anos
Make festa de Quinze anos
Make festa de Quinze anos
Lembre-se sempre, que o segredo para um make perfeito, é o equilibrio. Caprichou no olho? Deixa a boca mais discreta. Passou um batom vermelhão, um olho mais básico. Tente fazer com o make case com o seu vestido e sapato. Não necessariamente na mesma cor, mas com o mesmo estilo e pegada.
Ps: Se você quer fotos perfeitas, procure um maquiador pelo menos uma semana antes, escolha o look, e faça o teste. Se possível, tire algumas fotos para ter a certeza que aquele make caiu bem em você! Depois, no dia, é só arrasar sem medo e pronto!

O VESTIDO
O vestido ideal para que você seja a mais linda festa, é aquele que VOCÊ realmente ama. Não adianta nada se usar um modelo lindo, que por exemplo, sua mãe gostou. Essa escolha tem que ser sua, afinal, a gente só fica verdadeiramente bonita, quando se sente assim. Para ajudar na hora escolha, trouxe alguns modelos, tendências e dicas:
Vestido de festa de Quinze Anos
Quem me conhece sabe o quanto eu amo volume em vestidos de festa. Acha que a maioria dos que eu tenho (e realmente uso) são assim. Tanto amor existe porque esse modelo favorece todos os tipo de corpo e deixam o look com um ar de princesa. Nas modelos acima, volumes feitos com tule e franja.
Festa de quinze anos
Para quem faz o estilo rock ou simplesmente não dispensa o pretinho básico, a dica é combinar com sapato e acessórios de outra cor. Minhas duas cores prediletas para a combinação nesse caso, é a azul turquesa e a vermelha.

Geralmente as festas de debutante seguem um estilo "princesa", por isso a minha cor predileta de vestido para ocasiões como essa é o rosa seco. Cor que não por acaso, é uma das favoritas dos estilistas e está sempre em alta. Uma espécie de nude mais mulherzinha, se é que vocês me entendem.

As cores também são muito bem-vindas. Além de alegres, elas deixam o vestido mais feminino. Para um look não tão monocromático, escolha duas cores que combinem, uma para a faixa e outra para o resto do vestido.
Festa de Quinze anos
O paetê é o queridinho das meninas que gostam de brilhar e chamar atenção, ao contrário do que muita gente pensa, se bem combinado, ele pode ser usado em qualquer ocasião… Inclusive na sua festa de quinze anos.  O modelo acima é ideal para o segundo vestido da noite, aquele que a debutante usa para dançar e curtir a festa com os amigos.
Festa de Debutante
A renda dispensa apresentações né gente!? Ela é sexy e ao mesmo tempo, super delicada e feminina. Combina com qualquer modelo de vestido, e cai bem com qualquer estilo. Escolhi dois modelos bem delicados, que várias famosas tem usados nesses prêmios que rolam por aí. Super lindos e sofisticados.

Use o decote ao seu favor
O decote funciona como uma espécie de coringa na hora de escolher o modelo do vestido. Use-o para atrair atenção para a parte do corpo que você gosta, por exemplo, as costas. Escolhi dois modelos bem decotados, para que vocês se inspirem e escolham qual combina mais com o seu estilo e corpo.
O PENTEADO
Penteados para festas de quinze anos
Assim como a escolha do make, o penteado deve ser escolhido semanas antes da festa! Para não errar, tire algumas fotos e veja se aquele penteado cai bem com o seu tipo de rosto e se você gosta dele nas fotos. Acho bacana que a aniversariante arrisque escolha um penteado diferente. Dessa forma, todos os convidados ficarão surpresos e de boca aberta.
A DECORAÇÃO

As festas temáticas são uma ótima alternativa para que quer ir além da comemoração clássica e surpreender ou impressionar os convidados. Além de deixar a festa descontraida, a decoração faz com que as fotos fiquem ainda mais linda. Selecionei alguns temas, e falei um pouquinho sobre a decoração de cada um.
Fantasma da Ópera - Para meninas que gostam de filmes e musicais, uma ótima sugestão é pegar inspiração no romance oFantasma da Ópera. Um tema que é sem dúvida alguma, o mais misterioso, charmoso e elegante.  (Leia Mais)
Fadas – Quem gosta de contos de fadas, pode se inspirar no tema e elaborar uma super festa! O nome fada “vem do latim fatum, que significa fado, destino. Dessa forma, acredita-se que elas intervêm de forma mágica no destino das pessoas. Elas foram criadas através dos mitos, e se tornaram muito mais do que simples seres mitológicos. (Leia Mais)
Princessa - Se você enquanto pequena sempre sonhou em ser uma princesa, este é o momento ideal para fazer realidade sua fantasia. Você pode ser a princesa da festa por uma noite, a sua noite. E para para olhar em volta e sentir-te como tal, toda sua festa deve ser inspirada nos luxuosos castelos da Disney. (Leia mais)
Marinheiro - Os motivos náuticos são bastante encantadores: Navios, submarinos, farol, âncoras, peixes e animais marinhos são alguns dos elementos que podem ser usados para formar um cenário mega diferente e criativo. (Leia mais)
Havaí - A celebração que lembra a natureza, a brisa , as flores exóticas s, a música e a dança tem tudo a ver com a alegria de celebrar mais um ano de vida! Esse tema é riquíssimo em detalhes alegres e contagiantes. A beleza das flores coloridas em combinação com muitas frutas, atraem olhares e desperta sem dúvida, magia e encantamento, lembra a natureza, a liberdade, enfim, a vida! (Leia mais) (Leia mais)
Hollywood - Embora todo mundo já tenha ouvido falar de Hollywood, muita gente não sabe qual o verdadeiro significado do que diz naquele famoso letreiro que aparece em centenas de produções conhecidas aqui no Brasil. Hollywood é um distrito da cidade de Los Angeles (Califórnia) que tem grande importância cultural nos EUA. Também conhecido por sediar premiações e homenagens públicas para os mais destacados artistas de cinema e musicais do mundo. (Leia mais)
Baile de máscaras - Toda garota sonha com uma festa Inesquecivel, do tipo que se torna o assunto da escola, antes e depois da grande noite. Festas temáticas são a melhor opção para quem quer surpreender os convidados, e ter uma noite de princesa inusitada. Hoje falaremos um pouco mais sobre o Baile de máscaras, comemoração que surgiu na França, em plena idade Média e que se espalhou por todo o mundo nos primeiros anos do século XIX.  (leia mais)
Festa Dark –   O surgimento das referências Dark começa nos anos oitenta. O estilo, traz uma mescla da escuridão, como o próprio nome diz, e do romantismo. O visual é sombrio e bem elaborado, tudo isso auxiliado pela maquiagem carregada, mas que deixa a pele bem clara, os cortes de cabelo eram característicos, geralmente bem espetados, com as pontas evidentes. Além da moda, da música e do estilo de vida a referência dark também serve para a decoração. É justamente disse que falaremos no post de hoje, o estilo dark na sua festa!  (Leia mais)
(Trabalho como redatora no site Miss Blog, todas as matérias acima foram escritas por mim!)
MÚSICA PARA A ENTRADA

A música de entrada é tão importante quanto cada um dos itens acima. É nesse momento que você vai se sentir como uma celebridade entrando em um super evento, além disso, é nessa hora que os convidados descobrem o modelo do vestido! Para tanta expectativa, nada melhor do que uma música igualmente especial. Selecionei algumas que eu acho tudo a ver com o momento:
Heartbroken –  Meaghan Smith
Butterfly Fly Away -  Hannah Montana
Daydreamer – Adele
Grenade - Bruno Mars
Who you are - Jessie J
Firework – Katy Perry
Ingrid michaelson – Be Ok
Breakaway - Kelly Clarkson
Meiko - Boys With Girlfriends
Je Ne Sais Pas - Joyce Jonathan
Hope – Fortress

APROVEITE A FESTA

Sei o quanto parece difícil, mas é muito importante que você tente não ficar nervosa. As horas na festa passam rápido demais, então a dica que tenho é que não vale a pena ficar se estressando por pouca coisa. Muito menos se preocupando com o que os convidados vão dizer depois da festa. O importante MESMO é você curtir cada segundo, e registrar tudo com fotos pra poder lembrar pra sempre de cada detalhe.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Fotos com movimento!


Você percebeu alguma coisa diferente na foto acima? Pois é, ela está se movendo.
Quem inventou esse "efeito" e mudou totalmente o conceito de GIF,  foi a fotógrafa novaiorquina Jamie Beck. Que através de um jogo de efeitos, deu a simples imagens um incrível realismo que chama atenção pelos detalhes.
Os viciados em Harry Potter, logo associaram o trabalho ao jornal do mundo bruxo que aparece em vários momentos do filme. De fato, inovador e criativo é invenção da moça, tanto que ela já é conhecida mundialmente pelo seu trabalho de misturar fotografia com movimento.
Confira mais algumas imagens:
E então, o que você achou das ""cinemagraphs"?
Eu amei e quero um tutorial já.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

C(S)into


Puxo o cinto de segurança, e prendo do lado esquerdo. Acima o meu peito, a faixa que promete me assegurar de acidentes e maledicências – ironia quem sabe, por estar ao seu lado e isso me fingir uma proteção (frágil). Sem me mover, assisto à toda sua concentração em analisar a vaga, retirar o carro, trocar de marcha, e ter cuidado ao virar o volante; o abano ao porteiro do prédio. É dia, e a cidade ainda vazia. É cedo, e o silêncio matutino parece fazer com que tudo pare apenas para nos assistir. Nessa manhã onde desde o gosto na boca, o sabor de diferença impera os sentidos . De acordar e em silêncio, te observar também quieto, vendo quem sabe esse meu lado que tenho e não revelo – de ser calada, quando convém. Pensar que é verão, e mesmo o calor insuportável lá fora, com você as paredes que nos cercam traduzem a amenidade que sinto, nessa sua presença leviana. Ver você em mim sumindo, da minha vida se tornando cada vez mais turvo, inexistente, é querer abraçar com todas as forças os últimos momentos, os minutos finais, e você bem forte, para quem sabe nesse enlace te reavivar para nós, te reafirmar para mim: não te perder nesse baú do inconsciente, que chamamos memória. Quando você me largar na frente de casa, e parar por segundos para me gravar para os tantos dias que irão nos separar, vou querer ficar nesse momento tempo demais do que ele na realidade dura. Sei que fantasiarei como quando se você estivesse aqui, e eu pudesse pegar a sua mão e caminhar pelos jardins, por entre as praças que, silenciosas, nos ouviam passar colorir os desvios dialogando idéias e subterfúgios. Noites em que, com a inspeção dos seus olhos, deitei a cabeça no braço do seu sofá, e quase adormecida, sentia a completude de todo esse patamar; que desbravo sempre, e até me surpreendo – mas que não suporto ser sempre descoberta e encantada, para logo depois lidar com essas perdas que nem ao menos sei se algum dia me pertenceram realmente. Nesse seu carro que mais flutua que anda, a sensação é de estar à caminho do céu, e frear bruscamente na esquina da minha casa, quase no estacionamento ao lado. Parada obrigatória, falha mecânica, falta de combustível. Eu presa; não tanto pelo cinto, mas por você e esse seu jeito pacato de não dar bola pra nada na vida, enquanto eu sou a preocupação excessiva, o caos em forma humana – uma aflita explosão. Presa fácil, que você rodeia, rodeia, faz de distante e surpreende quando perto, mas cativa. Mesmo irresponsável, cativa. Sua voz que abranda e diz: tenha um bom dia. Enquanto tudo que o pensamento consegue concluir é que, sem você, dia nenhum vale a pena ser condecorado na agenda com frases sem nexo, apaixonadas. Estancada no que sinto, e faço questão de não falar, apenas pensado: não vai, não vai, não vai. Mesmo assistindo à tantas partidas, dizer esse adeus é a fala que não me sai da boca, o sentimento de perda que não aprendi a abrigar. Sendo tantos, não aceitando mais da metade.
Minhas mãos entrelaçadas no final do seu cabelo, como quem não quer soltar um momento, mais uma pessoa, alguma existência que a vida tem me ensinado, e eu, fiel aluna, compreendido. Sem aguentar mais uma perda para aviões lotados, e cidades imundas. Nesse abraço que dura tanto tempo que pessoas surgem, carros buzinam, e a cidade volta ao ritmo enlouquecedor de todo dia que não é santo mas faz calendário, é que a gente se prendeu por algum momento que me faz ainda pensar se a volta algum dia foi marcada e o aviso ainda não chegou aqui. Por enquanto, me sinto carcerária: pouco por essa faixa que me prendeu de você, em seu itinerário; muito por esse sentimento que brotou e me preencheu, na hora menos esperada. Com as chaves em mão, volta e me busca, moço. Tira essa melancolia que deixou na liberdade provisória que me autoconcebi, traz no regresso algum sentido pra essas idéias que se não são em você, se tornam todas desviadas, tiros ao léu. A sua alegria, a minha espontaneidade. Sua calmaria, o meu furacão. Volta que perder tempo é burrice, você é saudade, e momentos como aquele, o meu chão.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Terra à vista


Quando jovens, a inconsequência faz parte de nossa vida. Queremos aproveitar de tudo, fazer o possível e o impossível numa corrida desenfreada para a realização dos nossos desejos como se o mundo estivesse prestes a chegar ao fim. Rimos das mais diversas besteiras, reclamamos dos problemas mais simplórios e vivemos diante de altos e baixos exagerados, sempre acreditando sermos o centro do universo.
Conforme crescemos, no entanto, os valores mudam e restringimos tudo aquilo que realmente vale à pena se importar, descartando o que não acrescentará em nada em nossa vida. Passamos a ver o mundo com outros olhos, com mais responsabilidade, mas também com uma sede de conhecimento muito maior. Nosso espaço torna-se pequeno para tanta vontade de aprender.
É nessa hora que percebemos o quão grande é o mundo e o quanto há para conhecer. Mesmo quem habita as maiores cidades sente-se minúsculo diante de tamanha grandiosidade. São diversas culturas, variados hábitos e mais de seis bilhões de pessoas com quem cruzar. Por que se limitar a nossa vidinha mais ou menos se podemos ser mais, muito mais?
Nesse momento, sentimo-nos claustrofóbicos, como se estivéssemos presos em uma gaiola. Queremos fugir, voar para longe, expandir horizontes, atravessar fronteiras e descobrir novos mundos. Sair em expedição, como Pedro Álvares Cabral um dia fez. À procura da Índia, encontrou algo ainda maior e maravilhoso do que esperava. Também nós podemos esbarrar com o desconhecido e perceber que tudo o que vivemos era apenas o começo. O começo dessa grande aventura chamada vida.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Make x Alergia

Toda garota gosta de se sentir bonita, e o mercado dos produtos de beleza estão sempre inovando, isso faz com que o ato de se maquiar fique cada dia mais acessível. Existem inúmeras marcas com preços para todos os bolsos.
O problema é que os produtos não são para todas, algumas pessoas tem a pele mais sensível, e até mesmo o uso de marcas mais conhecidas e conceituadas (lê-se mais caras) pode desencadear algumas reações alérgicas.  Às vezes, o barato sai caro, mas isso não significa que os produtos caros são mais seguros.
Garotas que tem alergia ao óxido de ferro simplesmente não podem usar maquiagem, porque o óxido de ferro é que cor às sombras, blushs, etc. Outras, mais sortudas são alérgicas aos conservantes ou outros componentes, então a solução mais simples é procurar produtos que não contenha tais componentes. Os olhos são os que mais sofrem com o uso de alguns produtos. É uma região que, por ser mais sensível,  pode apresentar sintomas como vermelhidão, ressecamento, coceira e até inchaço.Mas a sensibilidade da pele não dura para sempre, ela é temporária, desde que receba os cuidados certos.
Para evitar esses problemas:
- escolha produtos hipoalérgicos (mesmo se sua pele não for sensível)
– sabonete corporal não é indicado para a pele do rosto
– evite usar produtos de outras pessoas, e que outras pessoas usem os seus. Principalmente os da área dos olhos.
– mantenha seus produtos longe do calor e da umidade, as bactérias ADORAM essas situações
– evite ficar colocando a mão, para não irritar mais a sua pele
– prefira produtos sem álcool
– produtos a base de aloe vera, camomila e chá verde ajudam a acalmar a pele
– mantenha seus pincéis e esponjas sempre limpos e secos
- confira a data de vencimento do produto
- use pouca maquiagem e sempre retire ao dormir
A cada dia, fica mais fácil encontrar produtos hipoalérgicos, que variam de marcas e preços, sem perder a qualidade. Os produtos que se encaixam nessa categoria vem com o seguinte aviso: ‘Este produto foi formulado de maneira a minimizar o possível surgimento de alergia”. Uma ótima opção é a maquiagem mineral que traz inúmeros benefícios para a pele. Além de ser ecologicamente correta, diminui o risco de alergias. Por ser um produto mais natural, pode diminuir o risco de alergia, mas não significa que não vá causar nenhuma reação.
O mais importante é: diante de alguma reação ao uso de qualquer produto de maquiagem, procure orientação de um dermatologista. Só ele vai poder se aprofundar no seu problema e achar uma solução. Muitos casos estão ligados, além da reação de alguns componentes,  algum problema hormonal. E lembre-se, o que causa alergia na sua amiga pode não causar em você, e vice-versa.
Necessarie hipoalérgica:
hipoalérgicos
Sabonete facial Soap Extra Mild, Clinique: 52$
Corretivo Cover&Block, Dermage: 82$
Blush Mineral Beauty, O Boticário: 67$
Base Oil Free, Dermage: 87$
Sombras Color Minerals, L’Òreal: preços variados
Lápis retrátil para olhos, Vita Derm: 22$

O pretinho básico na fotografia!

Se na moda existe o pretinho básico, na fotografia ele equivale ao nosso querido preto e branco, conhecido também pela sigla p&b ou mesmo b&w (de black and white). Mas existe um certo tabu de que o preto e branco é cafona e que já era pra ter ficado no passado já que a fotografia em cores surgiu. Se você já viu declaração mas sem pé nem cabeça do que essa você está de parabéns.
Num tempo onde as fotos eram coloridas, muitos apelavam para a pintura artística ou das próprias fotografias. O curioso é que mesmo depois do surgimento das cores nesse ramo o preto e branco ficou, e ficou pra não sair mais. Há quem diga que ele só é ideal na hora de retratar o retrô, o vintage, o antigo. Mas pelo contrário, a falta das cores está nos editoriais de moda (muitos feitos inteiramente monocromáticos), nas propragandas, nos filmes, nos clipes e em muitos outros meios. Além do antigo, ele pode representar seriedade, tristeza, ou mesmo o sexy e o poder.
É claro que nem todo preto e branco é igual. São duas cores, mas entre elas existe uma quantidade infinita de tons de cinza e são eles que vão fazer a diferença na sua foto. Pra conseguir um efeito de preto e branco mais antigo, o ideal é não deixar sua foto muito escura; os pontos mais pretos devem ficar num cinza escuro, mas não preto. Em contra partida, as partes mais brancas devem ficar num cinza claro, mas não branco. Pra um preto e branco mais "atual", invista no contraste: partes escuras bem escuras e partes claras bem claras, mas nada de exagero pra não estragar tudo. Dá uma olhada nos exemplos:
E aqui vai uma super dica pros usuários do Photoshop: a partir da versão CS3, o programa disponibiliza a função Black & White (para encontrá-la vá em Imagem > Ajustes > Black & White). A ferramenta te dá a opção de deixar cada cor da foto num tom mais escuro ou mais claro de cinza. Por exemplo: se você quer uma pele mais escura, deve escurecer um pouco os Amarelos (Yellows) e os Vermelhos (Reds). É só ir brincando que você vai achar um efeito bem legal.
No fim das contas deu pra perceber que não há nada de cafona em ter uma foto preto e branca aqui ou outra ali. Só não é legal deixar a foto sem edição nenhuma, apenas colocá-la no p&b; a aparência vai ficar quase sempre bem morta. E é claro, não use a mesma coisa em todas as fotos porque fica cansativo (a não ser que o objetivo seja um álbum ou um projeto todo monocromático). Na dúvida de qual roupa sair você vai de pretinho básico. Na dúvida depois de testar todos os efeitos possíveis naquela foto, você vai de preto e branco que não tem erro!
Fotos: Tumblr, Cher?sse, Super Pipo e Jack Toohey.

domingo, 15 de maio de 2011

Superação x medo!


Sabe todos esses problemas que nos aparecem diariamente? Eles foram feitos para serem superados, massacradas e deixados todos para trás. Vencer desafios. E nessa vida a gente tem que se descobrir a cada etapa que é encerrada e se desvendar mais e mais a cada etapa que começa. E superar limites. Essas duas palavras simples na teoria carregam consigo um significado complexo demais e no geral, envolve olhar pra trás e ver o quanto você cresceu e alimentar essa vontade de evoluir mais e mais.
E quanto ao medo que aparece? Bem, esse é quase um instinto do ser humano e não deveria, em hipótese nenhuma, nos impedir de tentar e tentar novamente quantas vezes fosse preciso. Desafios é parte da vida e jamais devemos ter medo de enfrentá-los. O medo só é o receio de quebrar a cara e cair mais uma vez. E não importa o quanto esses desafios são grandes ou pequenos, mas todas nós passamos por milhares deles durante a vida e eles realmente têm que ser superados. Devemos desistir de acreditar no impossível e julgar que é possível.
Já ouviram falar que cada um é do tamanho dos próprios sonhos? Então. Quanto mais alto a gente sonha, maiores são os nossos limites e mais a gente consegue se superar. Sem receios e sem medo de se decepcionar. Até por que, se isso acontecer, a gente repete o ciclo e começa tudo de novo. E dessa vez, com uma bagagem de aprendizado muito maior. Viver é superar desafios, vale à pena tentar. Acredite.

Quando Deus.

''Amor é quando Deus mesmo sabendo que eu erro todo dia, sempre me dá uma chance de aprender e fazer diferente.''